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Pesquisa avalia fatores de risco para a saúde mental dos Universitários
São João da Boa Vista|cursos e concursos|14/04 10:51|424 visualizações
Um momento tão complexo e inédito na história recente da humanidade merece atenção acadêmica multidisciplinar, uma vez que tem implicações em diversas áreas do conhecimento. A pandemia do Covid-19, além dos problemas relacionados à saúde física, tem sido objeto de estudo dos pesquisadores que se dedicam à área da saúde mental, considerada fundamental para que os indivíduos enfrentem este período difícil da melhor maneira possível.
Além da ameaça de uma doença nova e seu impacto na economia mundial, todos estão lidando com drásticas mudanças na rotina, impostas pelo isolamento social.  Ao lidar com fatores desconhecidos e incertos, há um aumento dos níveis de ansiedade e medo, que atinge todas as faixas etárias.
Este cenário não é diferente entre os jovens e, para obter indicadores da saúde mental dos universitários, a Profa. Dra. Marta Regina Gonçalves Correia-Zanini, docente dos cursos de Psicologia, Pedagogia e Odontologia da UNIFAE, com a colaboração do Prof. Dr. Fábio Scorsolini-Comin, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto &ndash USP, está iniciando a segunda fase de uma pesquisa que começou em 2019.
&ldquoNum primeiro momento, foram avaliados indicadores de saúde relacionados ao contexto universitário, como sintomas de depressão, ansiedade e estresse, numa amostragem composta por estudantes universitários de todo o Brasil.&rdquo, conta Marta Regina.
Agora, a pesquisa intitulada &ldquoSaúde mental em universitários: fatores de risco e proteção e a relação com o rendimento acadêmico&rdquo, além de reavaliar os estudantes que já participaram da primeira etapa, vai incluir novos participantes, como explica a professora: &ldquoNosso objetivo é mensurar o impacto do momento atual da pandemia junto aos estudantes universitários e também refletir sobre ações de prevenção e promoção da saúde mental destes jovens.&rdquo
Para ampliar o número de participantes do estudo, os pesquisadores publicaram um convite nas redes sociais e disponibilizaram um link de acesso ao formulário  https://forms.gle/iG2iQvvg4QwUsrA6A, que pode ser respondido por universitários de qualquer instituição brasileira.
 &ldquoO questionário pode ser preenchido de forma sigilosa, sem que haja necessidade de identificação. Trata-se de um estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFAE, que tem como intuito ajudar nas medidas de prevenção e promoção da saúde. No entanto, só poderemos cumprir este objetivo se contarmos com a colaboração da população universitária e, neste sentido, reforçamos o convite e agradecemos a todos que puderem nos auxiliar neste propósito.&rdquo, conclui a pesquisadora.
 
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Assessoria de Imprensa - UNIFAE                            ?
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01/05 06:49

Imagina a saúde mental de quem acorda as 5 da manhã pra trabalhar como não deve ser.

Ciência e Empatia
São João da Boa Vista
04/06 13:48

Exato! A Psicologia já sabe do comprometimento da saúde mental de "quem acorda as 5 da manhã para trabalhar" e já há diversos modelos de intervenção específicos para esta população (que estão ou não sendo adotados pelas empresas ou considerados pelos legisladores). A pesquisa atual é exploratória, pra que tenhamos um panorama da saúde mental de uma população que, por ser jovem e universitária, ninguém olha com cautela, não se imagina que também tenha problemas. Assim, precisamos conhecer para também desenvolver modelos de intervenção para esse público. As duas demandas são extremamente relevantes e a existência de uma não desqualifica a outra. Adianto dizendo que não se pode colocar peso no sofrimento alheio. Tem gente "que acorda as 5h da manhã para trabalhar" que é muito resiliente e universitário que está no limite. Em uma cidade com índice alarmante de comportamentos autolesivos e suicídio, você quer mesmo deixar alguma população de fora da pesquisa em Psicologia?

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